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    Contra o preconceito e o desrespeito

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    Vez por outra alguém manda uma mensagem de crítica ao FumantesUnidos.org. Aparentemente sem ter realmente lido o site ou sem ter entendido o que é que nós defendemos. Em vez de responder essas críticas isoladamente, a partir de agora teremos uma página de respostas para essas pessoas, na esperança de que o próximo compreenda que é melhor primeiro entender o que defendemos do que falar bobagem.


    "Eu inicio meu comentário com frase bastante conhecida: 'O seu direito se inicia, quando termina o dos outros.'  Todo mundo tem liberdade de fazer o que bem entende de sua vida, mas vivemos em sociedade, temos que respeitar o direito do próximo. Os fumantes são acostumados com cheiro da fumaça e os não-fumantes não são acostumados , então não acho egoísmo dos não fumantes não querer sentir o cheiro do cigarro, que por sinal é bastante desagradavel. É educado escolher um ambiente propício para fumar , sabia? Tenho certeza que você não ia gostar de morar ao lado de lixão , quando você sai de casa passa perfume e não merda. Pense um pouquinho e repare que o ato de fumar é problema seu, agora a fumacinha desagradável dele e que incomoda aos outros, ai problema nosso!!! Não tenho  preconceito com quem fuma, mas apenas acho que ninguém é obrigado sentir cheiros desagradáveis também."

    Carol ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

    Prezada Carol:

    Obrigado pelo contato com o FumantesUnidos.org. Suas colocações na mensagem que você enviou me fazem crer que você poderá ser uma importante aliada na nossa causa. Como você disse, "o seu direito acaba quando termina o dos outros". Não ter interesse em fumar e se incomodar com a fumaça é um direito seu e de outras tantas pessoas, que efetivamente deve ser respeitado. O FumantesUnidos.org tem defendido isso desde que o movimento surgiu, e tal direito é (teoricamente) assegurado por lei federal desde 1996.

    Mas você há de concordar que o princípio do respeito aos direitos das outras pessoas vale tanto para um lado quanto para o outro. Assim, não é possível concordar com o surgimento recente de leis que vedam COMPLETAMENTE o direito do "outro lado" -- no caso, os fumantes. É interessante observar que muitas pessoas que defendem a lei antifumantes de São Paulo são surpreendidas ao descobrir que a tal lei simplesmente proíbe que sejam criadas as áreas separadas para fumantes, mesmo em lugar aberto e/ou completamente isolado. E isso é uma violação ao princípio que você mesma apontou. Não defendemos que as pessoas saiam fumando em qualquer lugar e jogando fumaça na cara de quem não gosta. O que defendemos é que os direitos de AMBAS as partes sejam respeitados.

    Você não concorda que seu incômodo seria eliminado se os estabelecimentos como bares, boates e outros criassem áreas para fumantes fisicamente separadas, com paredes e portas de fechamento automático? Não seria justo, inteligente e satisfatório para os dois lados? Os não-fumantes não voltariam para casa com o "cheiro desagradável" que você mencionou, nem com olhos ardendo ou garganta arranhando; e os fumantes poderiam se divertir como preferem e têm direito enquanto cidadãos normais. Seria uma solução pacífica, sem qualquer necessidade desse estado de guerra civil em que nos encontramos atualmente.

    Assim como o direito de um acaba quando começa o de outrem, também é válido dizer que um indivíduo só pode exigir respeito a seus direitos se ele também respeita os direitos dos outros. Como você disse, "é educado escolher um ambiente propício para fumar" -- mas para isso é necessário que exista o "ambiente propício", não? Por isso tudo, espero que você agora entenda melhor a situação atual e o que nós defendemos, e que com a sua valiosa compreensão possa nos apoiar.

    Atenciosamente,

    F. Rocha - Diretor de comunicação do FumantesUnidos.org



    "Me desculpem a minha mensagem se ela os desrespeita. Achei absurdo o site de vocês... milhões de pessoas tentam parar de fumar por causa da saúde e vocês vem falar de preconceito. Fumar é um vício, uma doença. Se os fumantes se unem, deviam se unir para ajudar uns aos outros a pararem de fumar. E sobre as leis anti-tabagismo, só posso dizer que sou a favor, pois você escolheu fumar, mas eu não. E se fumares do meu lado, estarei fumando por causa do seu desejo... porque ele vale mais do que o meu? Fume, se quiser, mas não obrigue os outros a absorver sua fumaça. Obrigado pela atenção."
    Marcus Beckenkamp ( Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. )

    Prezado Marcus, fumar não é uma doença, como inventou a OMS de forma bastante suspeita. Não é contagiosa e não é algo causado por alterações fisiológicas ou funcionais do corpo. É um hábito que as pessoas adotam por vontade e atitude próprias. Todos já são mais do que informados e conscientes sobre as possíveis consequências disso. E embora possam até ser cientificamente contestados muitos dos alegados males do fumo (e especialmente do fumo passivo), esta não é a nossa principal discussão. Apenas tentamos fazer com que cada pessoa crie seu próprio juízo sobre a questão em vez de comprar ideias prontas vendidas por manchetes sensacionalistas, pela indústria farmacêutica e por certas entidades de combate aos fumantes. É para possibilitar esse juízo próprio que temos no site análises de pesquisas (algumas delas divulgadas pelas próprias entidades de combate ao fumo) e críticas à metodologia adotada por alguns desses estudos. E, de toda forma, caso você não tenha visto, temos páginas e links especialmente voltados para quem quer parar de fumar.

    O que nosso movimento realmente busca é mostrar às pessoas que argumentos como os seus sobre as leis antitabagismo são completamente rasos e enganados. Defendemos, exatamente, que seja integralmente respeitada a sua escolha de não fumar e o seu direito de não respirar fumaça alheia. Mas se é injusto que o seu direito seja prejudicado por conta do "desejo" de outros, você também não pode querer que o seu "desejo" valha mais do que o dos outros, não é? É possível e correto respeitar os direitos dos dois lados. Seus direitos seriam plenamente respeitados se nos bares, por exemplo, houvesse áreas separadas (fisicamente, com paredes e porta) para atendimento aos fumantes. Você não seria incomodado pela fumaça alheia, e quem gosta de fumar nesses lugares poderia ficar à vontade também. Bom para todos. Como cidadão você já poderia exigir isso desde 1996, data da lei federal sobre o fumo que aborda essa questão. Não são necessárias medidas burras como a adotada pelo governo de São Paulo. E, se você não compartilha da mesma burrice e não é uma pessoa egoísta, deve também repensar a questão do respeito aos direitos de não-fumantes e fumantes.

    F. Rocha - Diretor de comunicação do FumantesUnidos.org



    "Eu tenho um grande problema com a argumentação usada pelo site: 'Não ter interesse em fumar e se incomodar com a fumaça é um direito seu e de outras tantas pessoas, que efetivamente deve ser respeitado. O FumantesUnidos.org tem defendido isso desde que o movimento surgiu, e tal direito é (teoricamente) assegurado por lei federal desde 1996.' A lei federal NUNCA foi respeitada em LUGAR ALGUM, e os direitos dos não fumantes, consequentemente, também não. Agora que as leis estaduais são mais restritivas, os fumantes bradam pelo respeito à lei federal, pelos seus direitos. Mas a verdade é que nunca se incomodaram em respeitar os direitos dos não fumantes, nem em respeitar a lei federal.
    Porque esse site não existia antes? Porque não existia um movimento de fumantes pedindo pela separação entre fumantes e não fumantes? Separação essa garantida pela lei federal e por lei estadual  Paulista, mas sempre ignorada. O que funcionava era lei de Gerson, cada um quer levar vantagem em tudo, certo? Enquanto os fumantes levavam a vantagem ilegal de fumar impunemente em qualquer lugar, sem respeitar os outros ou a lei, tudo estava bem, mas agora se fazem de vitimas e querem a lei respeitada. Deviam ter pensado nisso antes, se os fumantes respeitassem as leis anteriormentes existentes, lutassem pelo direitos de ambas as partes antes, provavelmente essas novas leis nunca seriam criadas. Não se façam de vitimas, vocês são os maiores culpados."

    Marcello Bloisi

    Prezado Marcello, obrigado pelo contato com o FumantesUnidos.org. Suas colocações, enquanto colocadas como oposição ao nosso movimento, remetem a questões interessantes e esclarecimentos úteis, a seguir:

    - Acredito que você não tenha lido a página "Sobre Nós" do site, que é acessível pelo menu do alto do portal. Nela se encontra a data de criação do site: março de 2008. Mais precisamente, ele entrou oficialmente no ar em 4 de abril de 2008. Se já havia a lei antifumantes de São Paulo, era só na cabeça de José Serra. Ainda em 2007, eu mesmo participei de uma consulta pública da Anvisa sobre fumódromos e fui o único dos participantes a apresentar uma contraproposta na forma de anteprojeto para regulamentar, justamente, a separação dos espaços de atendimento de fumantes e não-fumantes. O movimento, portanto, tem suas raízes estabelecidas bem antes da atual onda de restrições.

    - A lei federal 9.294/96 em questão teve vários efeitos em seus 13 anos de existência e é considerada internacionalmente um caso de sucesso no controle do tabagismo, apesar de alguns grupos radicais que ainda a consideram branda demais. Foi a partir dela que entrou em vigor a proibição ao fumo em shoppings, em aviões, em repartições públicas e outros tantos ambientes, além da proibição da publicidade do fumo e dos alertas sobre os riscos do fumo impressos nos maços e nos cartazes. Em todos esses aspectos ela foi efetivamente cumprida, e em algumas cidades (Brasília, por exemplo) houve de fato a separação de ambientes para fumantes e não-fumantes em quase todos os ambientes coletivos como bares, restaurantes e casas noturnas. Nos pubs e boates foram criados fumódromos ou áreas de atendimento aos fumantes em salas e/ou andares separados. Nos bares, em que não ha paredes, as mesas dos fumantes ficam nas áreas descobertas dos estabelecimentos. A lei tem sido respeitada pela grande maioria dos fumantes e tem permitido a paz junto aos não-fumantes, que não mais reclamam de cabelo cheirando a cigarro, olhos ardendo e outros inconvenientes que existiam. Ou seja: sem radicalismos, a lei federal, quando aplicada, tem mostrado bom índice de adesão voluntária (algo raro no Brasil) e é bastante satisfatória para a maior parte dos não-fumantes.

    - Entretanto, não discordo de você no que diz respeito ao fato de ainda haver pessoas que desrespeitam a lei onde ela é aplicada, e também no fato de que em muitos lugares a lei é solenemente ignorada. Tudo isso é reflexo de um problema cultural do brasileiro médio em se sentir acima da lei -- sensação grandemente agravada pela incontestável incompetência e inépcia do poder público em fiscalizar a execução das inúmeras leis que temos, além da impunidade exemplar que é característica do país. O primeiro caso é uma tremenda falta de educação e civilidade, de fato, mas de responsabilidade de uma minoria que não corresponde aos atos da maior parte dos fumantes.

    - Preocupante, contudo, é a aparente inversão de percepção que você demonstrou sobre o direito do cidadão de exigir o cumprimento das leis. As restrições de espaços feitas pela lei federal de 1996 visavam justamente beneficiar os não-fumantes, que até então eram expostos à fumaça involuntária em qualquer lugar. Logo, pela nova lei, os fumantes tiveram seus direitos restritos, enquanto os não-fumantes tiveram direitos ampliados. Ora, em qualquer legislação e sistema jurídico, os direitos individuais são optativos (se não fossem, seriam deveres) e a opção de exercê-los e de exigi-los cabe às partes beneficiadas. Portanto, é aos não-fumantes que cabe exigir, com justiça e com certeza de atendimento, a aplicação efetiva e integral da lei, sempre que se sentissem prejudicados ou incomodados. E as restrições previstas pela lei 9.294/96 já seriam suficientes para garantir os direitos exigidos, sem que prejudicassem tanto a liberdade do outro lado -- afinal, como diz o ditado, "o direito de um termina quando começa o do outro".

    - Embora a exigência dos direitos caiba à parte beneficiada, o FumantesUnidos.org vem defendendo a separação real dos espaços para fumantes e não-fumantes por ter sido esta medida se mostrado suficiente e eficiente quando aplicada, sem a necessidade de criação de restrições abusivas e autoritárias, como as que agora estão infelizmente sendo impostas em São Paulo, Paraná e outros estados e municípios. Lutamos para garantir os direitos de AMBAS as partes e tentamos conquistar o apoio dos não-fumantes que têm massa cinzenta, mostrando que basta a separação de espaços para evitar os incômodos e problemas, e que os radicalismos não acrescentam nada aos direitos dos não-fumantes e atendem apenas a interesses e grupos específicos: o lobby da indústria farmacêutica que quer empurrar seus medicamentos de combate ao tabagismo para os cidadãos e principalmente para os governos; políticos que por objetivos meramente eleitoreiros querem se apresentar como arautos da saúde pública; ONGSs e institutos de "pesquisa" que precisam criar factóides e números alarmantes para justificar as verbas que recebem de seus doadores e dos cofres públicos.

    Espero que com isso tudo, Marcello, você agora tenha entendido melhor a discussão e se interesse em acompanhar todos os fatos recentes com uma visão mais analítica. Quem sabe, até, se interesse em apoiar nosso movimento. Até porque a História mostra, em vários episódios, que uma parcela da população não tem seus direitos realmente estabelecidos e estáveis enquanto houver uma outra parte prejudicada. Se não lutarmos todos juntos pelos direitos de todos nós, jamais teremos uma sociedade pacífica e verdadeiramente desenvolvida.

    Obrigado e grande abraço!

    F. Rocha - Diretor de comunicação do FumantesUnidos.org

     

    Comentários 

     
    0 # Sou fumanteVera Ferraz 16-12-2011 14:45
    Boa Tarde! Procurei e achei um site que fala no assunto que muito me interessa e me deixa muito irritada, como eles criam leis contra os fumantes e não criam leis para o crac, bebidas alcólicas, e tantos outros maleficios para a saude. Porque não acabam com os comerciais de bebidas, porque não escrevem nos rótulos das garrafas o mal que a bebida alcóolica faz para as pessoas, milhares de familias destruidas por causa do alcool, pela droga, acredito que não deveria ser somente com o cigarro, façam campanhas contra outros vicios também, concordo que o cigarro faz mal para a saúde, mas não é somente o cigarro que prejudica a nação. Tenho consciência qye fumar em locais fechados é não ter bom senso, evitar de fumar próximo de pessoas que não fumam, não gosto de fazer, concordo com muitas coisas que o cigarro possa prejudicar, mas existem tantas outras coisas para eles denegrir que não é somente o cigarro.Obrigada pela oportunidade de poder me expressar. Vera Ferraz :-*
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    -1 # RE: Sou fumanteLUCIANE 31-05-2012 20:48
    Adorei o que a Vera escreveu, também quero deixar uma pequena observação: "Hoje o mundo está contra ao fumo, porém anos atraz ele incentivava o fumo em suas propagandas, não digo que eramos bobos, mas talvez não tinahmos o conhecimento dos danos causados, hoje as informações são mais claras, mas e ai ? o que fazer com aqueles que a midia incentivou a fumar?
    Talvez hoje o mundo não tenha tantos lucros como teve anos atraz, afinal hoje tem o crac, a cerveja, a cocaína e tantos outros. Concordo e assino em baixo o que a Vera escreveu.
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    0 # RE: Respostas a críticasJorge Bergenthal 07-01-2012 18:17
    não sou fumante, mas sim produtor de tabaco, e do mesmo modo q os fumantes se sentem lesados com a legislação brasileira de combate ao tabaco,também faço parte dessa fatia da população a favor do fumo, se não há consumo não há produção,sabemo s dos maleficios do fumo, mas cada pessoa tem o livre arbitrio para fazer suas escolhas, se vcs procurarem na web sobre "produção de tabaco",encontraram varios textos ondem o q mais se fala é na carga de agrotoxicos q leva essa cultura, ora, sou produtor , meu pai tambem, meu avo tambem, tenho propriedade em dizer, q o tabaco é uma das culturas de importancia economica q menos ultiliza agrotoxicos, ou sera q as pessoas são tão ingorantes em achar q aquelas frutas e verduras lisas sem nenhum defeito no mercado ou nafeira não ultilizam veneno?
    atulmente a cultura do tabaco ultiliza 1,4kg de ingrediente aditivo por hectare,outras culturas alimentares chegam a usar ate 40 kg !!!!! E para finalizar muito me indigno as propagandas de cigarro>>>
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    +1 # RE: Respostas a críticasJorge Bergenthal 07-01-2012 18:29
    que nos mostram figuras muito umpactantes, ate pode realmente chegar aqueles pontos mas são extremos, enquatoa as propagandas de bebidas alcolicas o q nos mostram? mulheres bonitas quase nuas,tentando nos enganar, nos influenciando de q aquilo é bom , gostoso,ora, aprecio uma boa cerveja como a grande maioria, so penso q , droga por droga deveria ter o memso tratamento do cigarro, porq posso fumar um cigarro e pegar meu carro e ir pra casa sem problema nenhum, mas se ingeria uma quantia de bebida alcolica e pego o carro coloco em risco a minha vida e a de outros tambem!!!!
    agradeço o espaço, e deixo aqui minha indgação.
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    -1 # Oi JorgeRodrigoMachado 28-01-2012 21:29
    Tudo bem? me manda teu e-mail? queria trocar uma idéia contigo! abraço!
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    0 # Engraçado...John L. F. Silveira 18-01-2012 17:21
    Aparentemente a maioria de quem crítica o site nem se quer lê a logomarca...
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    0 # RE: Respostas a críticasOdair 14-03-2012 16:43
    A lei anti-fumo fere por princípio o direito á propriedade.
    É um direito do proprietário de um estabelecimento permitir ou não o fumo.
    Uma placa na entrada avisaria ( Não é permitido fumar, ou É permitido fumar neste estabalecimento ). Vai quem quer.
    Todoas as liberdades indivíduais respeitadas.
    Caberia aos usuários escolher se preferem ir á um bar, restaurante ou local que permite ou a outro que não permite o fumo.
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    0 # RE: Respostas a críticasjessica louise 26-11-2012 16:29
    Sou fumante e fico muito irritada quando nao fumantes nos julgam, ja respeitamos a lei q proibe fumar em lugar fechado, muitos deixam de fumar ate dentro da propria casa em respeito aos proprios familiares. Ja ouvir de pessoas q nem conheço dizer q nao tenho vergonha pq sou fumante. Agora eu pegunto quem na real nao tem vergonha eu como muitos fumantes q respeita o direito da pessoas ou esse bando de pessoas cheias de preconceitos q nao respeitam os direitos de fumantes e q aind nos julgam como bandidos. Na boa para essas pessoas ipocritas "e perfeitinha sem vicioz e nem defeitos" se.liga o mundo e e todos e Deus nosso criador nos deixou o direito de livre arbitro o mundo nao e de vcs respeitem nosso espaço.
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